Numa tentativa de resumir tudo aquilo que vimos na feira, resolvemos listar, dentro de algumas categorias, aquilo que foram as melhores e as piores coisas da Spiel 07.
Stands
Tops: Phalanx, Kosmos e Hassa
A Phalanx, realmente, apresentou, empurrada pelo jogo Chicago Poker, um stand dedicado a Chicago anos 20, fazendo-nos procurar por um Al Capone. Eu não vi o Al Capone mas, diz quem lá dormiu, que ele apareceu. Esta notícia carece de confirmação.
A Kosmos, com o seu urso polar gigante e a Hassa, também empurrada pelo universo infantil, mostraram uma criatividade de assinalar.
Flops: Mayfair, Z-Man e Fantasy Flight Games
A Mayfair pequena, desinteressante e discreta. Z-Man como uma banca de vender jogos sem nada mais para mostrar e a FFG, conhecendo-se o que se lhes conhece e reconhece em termos de produção e espectacularidade dos seus jogos, foi demasiado discreta, sensaborona.
Jogos
Tops: Cuba, Tribune, Liebe und Intrigue, Hamburgum, Ming Dynastie e Im Jahr des Drachens.
Estes foram os jogos que mais apareceram na feira. Liebe und Intrigue com um tema muito estimulante e um cor de rosa a chamar a atenção, um Cuba belíssimo jogado em toda a feira. O Tribune um sucesso em alemão, num stand muito pequenino e sempre apinhado de gente. Apesar de ser de uma companhia pequena - Moskito - esteve sempre muito bem representado por toda a feira, mostrando ser um jogo com muita força. Talvez por ser de quem é.
Flops: Stratamax, Container artwork, Miss Canadá, Amyitis
Todos os jogos da Stratamax com uma produção muito fraquinha. De trazer por casa, mesmo. Frustante. Na Valley Games uma Miss Canadá sem grande interesse jogava Container, com uma imagem, tanto o Container como a Miss, nada de especial. O primeiro mesmo sendo do Mike Doyle, a segunda mesmo sendo Miss. O Amyitis é flop, não por causa do jogo em si, mas porque pensámos ser um dos jogos mais queridos e jogados da feira, o que não veio a acontecer. Mas deve ser um grande jogo!
Organização
Top: Sinalética
Organização germânica a resultar. Pavilhões muito bem sinalizados.
Flop: Água
Não há água sem gás, engarrafada, em toda a feira. Só há água com gás e caríssima. Não faz sentido. Os alemães, gostarem de água com gás, é uma coisa, agora, não haver água sem gás?!?!?
Outros Tops:
Andrea Chiarvesio - Kingsburg - porque foi simpatiquíssimo e ficou tão orgulhoso de lhe termos pedido um jogo assinado que ele próprio fotografou o momento.
O pessoal da Matagot que ofereceu um jogo Tomahawk e foram um fartote. Em francês, também.
O artista gráfico do The Circle, explicou o jogo babado e de olhos a brilhar.
Sacos Ikea, uma das grandes invenções de sempre.
Myke Doyle, apesar de não o termos encontrado na feira ele esteve sempre presente. E não só no sítio, agora, habitual - Valley Games - como em muitas outra editoras (Ystari, Z-Man Games...). Podemos dizer que este foi, claramente, um ano bom para o Mike Doyle em termos de jogos publicados.
Heidelberg, uma editora que levava, mais coisa menos coisa, 30 títulos para a feira. Impressionante. Nem todos eram de sua própria produção mas, ainda assim, assinale-se a importância.
Outros Flops:
Gomas Haribo. As famosas gomas Haribo não cumpriram.
Grande Top:
Mac Gerdts - Hamburgum - sem dúvida o grande acontecimento desta feira. Não só pela forma como fomos recebidos como também pela gentileza que demonstrou.
Cidade de Düsseldorf. Uma cidade que sabe receber muito bem, onde fomos sempre muito bem tratados e onde nos divertimos como há muito tempo não acontecia. Viva Düsseldorf!
A Kosmos, com o seu urso polar gigante e a Hassa, também empurrada pelo universo infantil, mostraram uma criatividade de assinalar.
Flops: Mayfair, Z-Man e Fantasy Flight Games
A Mayfair pequena, desinteressante e discreta. Z-Man como uma banca de vender jogos sem nada mais para mostrar e a FFG, conhecendo-se o que se lhes conhece e reconhece em termos de produção e espectacularidade dos seus jogos, foi demasiado discreta, sensaborona.
Jogos
Tops: Cuba, Tribune, Liebe und Intrigue, Hamburgum, Ming Dynastie e Im Jahr des Drachens.
Estes foram os jogos que mais apareceram na feira. Liebe und Intrigue com um tema muito estimulante e um cor de rosa a chamar a atenção, um Cuba belíssimo jogado em toda a feira. O Tribune um sucesso em alemão, num stand muito pequenino e sempre apinhado de gente. Apesar de ser de uma companhia pequena - Moskito - esteve sempre muito bem representado por toda a feira, mostrando ser um jogo com muita força. Talvez por ser de quem é.
Flops: Stratamax, Container artwork, Miss Canadá, Amyitis
Todos os jogos da Stratamax com uma produção muito fraquinha. De trazer por casa, mesmo. Frustante. Na Valley Games uma Miss Canadá sem grande interesse jogava Container, com uma imagem, tanto o Container como a Miss, nada de especial. O primeiro mesmo sendo do Mike Doyle, a segunda mesmo sendo Miss. O Amyitis é flop, não por causa do jogo em si, mas porque pensámos ser um dos jogos mais queridos e jogados da feira, o que não veio a acontecer. Mas deve ser um grande jogo!
Organização
Top: Sinalética
Organização germânica a resultar. Pavilhões muito bem sinalizados.
Flop: Água
Não há água sem gás, engarrafada, em toda a feira. Só há água com gás e caríssima. Não faz sentido. Os alemães, gostarem de água com gás, é uma coisa, agora, não haver água sem gás?!?!?
Outros Tops:
Andrea Chiarvesio - Kingsburg - porque foi simpatiquíssimo e ficou tão orgulhoso de lhe termos pedido um jogo assinado que ele próprio fotografou o momento.
Myke Doyle, apesar de não o termos encontrado na feira ele esteve sempre presente. E não só no sítio, agora, habitual - Valley Games - como em muitas outra editoras (Ystari, Z-Man Games...). Podemos dizer que este foi, claramente, um ano bom para o Mike Doyle em termos de jogos publicados.
Heidelberg, uma editora que levava, mais coisa menos coisa, 30 títulos para a feira. Impressionante. Nem todos eram de sua própria produção mas, ainda assim, assinale-se a importância.
Outros Flops:
Gomas Haribo. As famosas gomas Haribo não cumpriram.
Grande Top:
Mac Gerdts - Hamburgum - sem dúvida o grande acontecimento desta feira. Não só pela forma como fomos recebidos como também pela gentileza que demonstrou.
Cidade de Düsseldorf. Uma cidade que sabe receber muito bem, onde fomos sempre muito bem tratados e onde nos divertimos como há muito tempo não acontecia. Viva Düsseldorf!




