Estava combinado desde o início da semana. Sexta-feira seria dia de Imperial. O quorum era favorável - 5 - e a disposição era boa. Depois da presença do Sr. Mac Gerdts na LeiriaCon, o jogo ficou ainda mais atravessado na memória de todos nós. Ninguém, exceptuando o Costa, duvida, agora, que estamos perante uma obra prima, diria mesmo, inultrapassável. Ou seja, aquilo que este jogo tem de inovador, dificilmente algum dia irá ser ultrapassado. Também me parece que estamos todos, mais ou menos, desconfiados, que o amigo Mac Gerdts jamais conseguirá ultrapassar isto. Mas também ninguém faz questão, porque este basta.
Ajeitámo-nos à mesa e, porque havia quem não pudesse beber, derivado ao excesso de drogas no organismo engripado, começámos por provocar uma chamada de laggers. Só para provocar. Então lá vêm 4 laggers para a mesa do canto, porque o "quinto elemento" - chamo-lhe assim porque ele já havia jogado e apanhado do mestre Mac e, portanto, era uma personagem especial - não podia beber. Lembro-me até do esgar de dor que foi ultrapassar aquela abordagem de Imperial sem cerveja para o nosso "quinto elemento". Colegas e amigos que somos, de jogo e de bebida, não quisemos deixar de trabalhar a personagem provocatória, fria e vil que deve reger cada um dos protagonistas de Imperial. Alguns de nós nem gostam de cerveja mas, como o "5º elemento" não podia beber, faz-se um esforço, só para provocar dor.
Enquanto as gotas de suor do copo de cerveja iam marcando cada um dos nossos territórios, com a excepção do "5º elemento", os leilões iam aparecendo, dando início ao setup.
Desta vez o "5º Elemento" foi o primeiro a escolher. A Áustria era o primeiro alvo a abater. Quem controla? Quem quer? Calhou ao Carlos. Bem entregue para prosperar.
Itália e França calhou ao Mexia, a Grã Bretanha a mim, Soledade, a Alemanha, como sempre, ao Carlos e, a Rússia, ao nbs - "O Quinto Elemento".
Talvez porque não gostasse do jogo, pelo menos não tanto quanto este merece, ou até como uma espécie de embirração, o Costa ficou sem controlo de nações e passou a jogar de camarote numa estratégia que, veio a revelar-se, pode ser bem interessante com uma ou duas alterações. A primeira alteração é a disposição para o jogo. Se o Costa quisesse ter levado o jogo a sério poderia ter vencido. A outra alteração era o Costa não ser o Costa. Ou seja, a estratégia estava bem montada com a aquisição, em determinada altura, de uma nação para controlo, mas aquilo que o Costa mais temia era mostrar a sua incapacidade, ou pelo menos, aquela que ele julga que tem, de regular uma nação. Das duas uma: ou não quis dar-se ao trabalho ou achou que não conseguia definir destinos. Ainda assim, jogou sem saber que jogou bem - não sabia ele nem sabíamos nós - e mostrou que este é um grande jogo, contrariando a sua própria atitude. Para a próxima, acho que acabámos por perceber isto, pode repetir a mesma estratégia mas com outra atitude. E o jogo pode virar para ele!
Todas as nações começaram com o famoso passo de Factory - Production - Maneuver para depois ir ao Taxation.
A primeira a atrasar-se na corrida foi a Grã-Bretanha que, por opção minha, fez também um Import, reforçando a posição militar e, antes de chegar ao Taxation, já havia sido roubada pelo "5º Elemento" que, agora e depois do Investor ter dado a volta, controlava Rússia e Grã Bretanha. A França, entretanto, tinha mudado de mãos - do Mexia para mim, o Mexia que continuava a controlar a Itália - e o Carlos havia mantido controlo da Áustria e reforçado a posição na Alemanha.
Voltas e voltas, com uma Áustria bem saudável e apetecível, com 4 fábricas e já com alguns Taxations no lombo, guerrinhas inócuas de toma lá dá cá com a Rússia, do "5º Elemento". Por jogar imediatamente antes do "5º Elemento" - Investor Card - e por este estar a sofrer de uma espécie de "falta de malte que marque território e, portanto, estou vergado e sem coluna vertebral a copiar tudo o que tu fazes para me aproveitar de ti como se fosse um vil animal sedento", estive muito atrapalhado para agarrar o jogo. Comprei e perdi a Áustria no mesmo turno. O Carlos havia preparado aquilo, tão bem, para um Taxation gostoso e eu, aproveitando-me da vil posição invertebrada de jogar depois dele, comprei-lha e ia fazer um Taxation à maneira. Mas o "5º Elemento", numa sábia jogada, aproveitou também a leva e lá foi. Tive de esperar mais uma volta de Investor mas a Áustria acabaria minha.
O Carlos continuava com a aposta desenfreada na Alemanha, que ainda não havia pontuado nada de jeito. A França, minha, fazia uns taxations mas já completamente destruída, lá ia aos 3 pontinhos de cada vez, com uma ou duas fabriquetas em baixa de produção, só para garantir os VP's necessários às acções que eu possuía. A Itália, charmosa e desocupada de guerras importantes, isto porque o nosso amigo belicista - "5º Elemento" - estava numa de "Paz à Itália", trazendo para sua principal preocupação, a partir da Rússia, a Alemanha imperial e os mares do Sul, ia andando sossegadita, conquistando terreno. A Grã Bretanha, sem muito dinheiro depois de um Investor agressivo, continuou a apostar numa estratégia belicista "a la 5º Elemento", e a controlar danos para a Rússia nos mares do Norte e a equilibrá-los com a Itália e França nos outros mares. Itália, França e Grã Bretanha, mantiveram-se naquele ron-ron do "controlo este, agora controlas tu" durante parte importante do jogo. A França só saiu mais penalizada quando as terríveis tropas cegas, de uma Alemanha ferida no seu orgulho, suavemente aniquilaram as suas fábricas.
A transição de poderes, já no último terço do jogo, fez-se entre a Áustria, que entretanto passou para mim, a Rússia, que mudou para as mãos do Carlos e, mesmo não havendo transição, uma compra minha e outra do Mexia de acções italianas, muito fortes, com o objectivo de, no meu caso, equilibrar o jogo com a Itália, que estava na liderança, e o Mexia com o objectivo de solidificar a sua liderança e competência para o gasto. O Costa, voltando ao Costa, já havia acumulado acções de todos os países e, se não tem gasto o seu dinheiro mal gasto numa Alemanha muito mal gerida, teria conseguido melhores resultados.
No final, a Grã-Bretanha dá o pulo para os 25 pontos e termina, sem apelo nem agravo, aquela que foi, para mim, uma das sessões mais memoráveis de sempre.
Resumindo, o grande vencedor, Mexia, com uma muito forte aposta em Itália, uma muito competente gestão de recursos e de timing de compra de acções, só falhando, na minha perspectiva, na aposta quase única, em Itália. Tivesse este jogo um desfecho mais normal e as dificuldades para vencer eram grandes. Em segundo lugar fiquei eu, seguido pelo Costa, a curtíssima distância.
O "5º Elemento", após um início prometedor, acabou por não fazer vingar a sua estratégia belicista, talvez porque lhe tenha faltado o malte e, definitivamente, o dinheiro. Maus investimentos pagam ainda pior.
O Carlos ficou em último, apostando e afundando uma Alemanha que merecia maior vigor e respeito. Poderia ter tentado subir a pontuação mas, num ataque de mimo lá achou que destruir coisas era mais giro. E se calhar até foi.
Meus amigos, contem comigo para a próxima. Deste, eu gosto!
Todas as nações começaram com o famoso passo de Factory - Production - Maneuver para depois ir ao Taxation.
A primeira a atrasar-se na corrida foi a Grã-Bretanha que, por opção minha, fez também um Import, reforçando a posição militar e, antes de chegar ao Taxation, já havia sido roubada pelo "5º Elemento" que, agora e depois do Investor ter dado a volta, controlava Rússia e Grã Bretanha. A França, entretanto, tinha mudado de mãos - do Mexia para mim, o Mexia que continuava a controlar a Itália - e o Carlos havia mantido controlo da Áustria e reforçado a posição na Alemanha.
Voltas e voltas, com uma Áustria bem saudável e apetecível, com 4 fábricas e já com alguns Taxations no lombo, guerrinhas inócuas de toma lá dá cá com a Rússia, do "5º Elemento". Por jogar imediatamente antes do "5º Elemento" - Investor Card - e por este estar a sofrer de uma espécie de "falta de malte que marque território e, portanto, estou vergado e sem coluna vertebral a copiar tudo o que tu fazes para me aproveitar de ti como se fosse um vil animal sedento", estive muito atrapalhado para agarrar o jogo. Comprei e perdi a Áustria no mesmo turno. O Carlos havia preparado aquilo, tão bem, para um Taxation gostoso e eu, aproveitando-me da vil posição invertebrada de jogar depois dele, comprei-lha e ia fazer um Taxation à maneira. Mas o "5º Elemento", numa sábia jogada, aproveitou também a leva e lá foi. Tive de esperar mais uma volta de Investor mas a Áustria acabaria minha.
O Carlos continuava com a aposta desenfreada na Alemanha, que ainda não havia pontuado nada de jeito. A França, minha, fazia uns taxations mas já completamente destruída, lá ia aos 3 pontinhos de cada vez, com uma ou duas fabriquetas em baixa de produção, só para garantir os VP's necessários às acções que eu possuía. A Itália, charmosa e desocupada de guerras importantes, isto porque o nosso amigo belicista - "5º Elemento" - estava numa de "Paz à Itália", trazendo para sua principal preocupação, a partir da Rússia, a Alemanha imperial e os mares do Sul, ia andando sossegadita, conquistando terreno. A Grã Bretanha, sem muito dinheiro depois de um Investor agressivo, continuou a apostar numa estratégia belicista "a la 5º Elemento", e a controlar danos para a Rússia nos mares do Norte e a equilibrá-los com a Itália e França nos outros mares. Itália, França e Grã Bretanha, mantiveram-se naquele ron-ron do "controlo este, agora controlas tu" durante parte importante do jogo. A França só saiu mais penalizada quando as terríveis tropas cegas, de uma Alemanha ferida no seu orgulho, suavemente aniquilaram as suas fábricas.
A transição de poderes, já no último terço do jogo, fez-se entre a Áustria, que entretanto passou para mim, a Rússia, que mudou para as mãos do Carlos e, mesmo não havendo transição, uma compra minha e outra do Mexia de acções italianas, muito fortes, com o objectivo de, no meu caso, equilibrar o jogo com a Itália, que estava na liderança, e o Mexia com o objectivo de solidificar a sua liderança e competência para o gasto. O Costa, voltando ao Costa, já havia acumulado acções de todos os países e, se não tem gasto o seu dinheiro mal gasto numa Alemanha muito mal gerida, teria conseguido melhores resultados.
No final, a Grã-Bretanha dá o pulo para os 25 pontos e termina, sem apelo nem agravo, aquela que foi, para mim, uma das sessões mais memoráveis de sempre.
Resumindo, o grande vencedor, Mexia, com uma muito forte aposta em Itália, uma muito competente gestão de recursos e de timing de compra de acções, só falhando, na minha perspectiva, na aposta quase única, em Itália. Tivesse este jogo um desfecho mais normal e as dificuldades para vencer eram grandes. Em segundo lugar fiquei eu, seguido pelo Costa, a curtíssima distância.
O "5º Elemento", após um início prometedor, acabou por não fazer vingar a sua estratégia belicista, talvez porque lhe tenha faltado o malte e, definitivamente, o dinheiro. Maus investimentos pagam ainda pior.
O Carlos ficou em último, apostando e afundando uma Alemanha que merecia maior vigor e respeito. Poderia ter tentado subir a pontuação mas, num ataque de mimo lá achou que destruir coisas era mais giro. E se calhar até foi.
Meus amigos, contem comigo para a próxima. Deste, eu gosto!




17 comentário(s):
Boas, eu sou muito suspeito para falar do Imperial porque é "apenas" o meu jogo preferido.
Gosto dos Steams, dos Goas, dos Caylus, dos Powergrids, etc... mas o Imperial enche-me as medidas como mais nenhum jogo.
Tantas são as opções para se chegar à vitória, embora numa primeira impressão tal possa não parecer. O maravilhoso Rondell, as acções, o taxation e principalemente o Timing que é necessário para se fazer a jogada certa... é tudo muito muito bom.
Já agora jogaram com ou sem Investor Card?
Jogámos com a Investor Card. Nunca experimentámos sem ela. Ela afaga-nos a estratégia! :P
Mas é que é isso mesmo... há uma variante sem, mas mesmo sem ter jogado, a meu vêr retira do jogo uma das estratégias principais... o saber manter o Investor Card e investir na altura certa.
Sabem que tenho ouvido que sem a investor card o jogo acaba por ser mais justo. Digo isto porque nos meus ultimos jogos ganhou o gajo que foi o ultimo a investir.
Quem jogou jura-me a pés juntos que o jogo fica mais porreiro sem a investor card e que acaba por ser diferente.
Existe também outra varuiante em que o "dono" da nação não é quem manda. Mas antes a acção vai a votos, somando-se as participações dos jogadores para a decisão da acção. Genero, eu tenho 35% do país e os outros dois têm 20% cada um. Se eu quiser atacar e os outros dois quiserem contruir uma fabrica, a nação constroi a fabrica. É capaz de resultar também, o problema é que vai demorar uma eternidade.
Muito soft... estava à espera de uma review mais agressiva :)
Afinal eu consegui afundar, por opção, duas nações, e com isso todos os que nelas tinham investido (sorte do Mexia que apostou apenas na Itália) ;)
Eu acho que a opção sem o investor é mais justa, isto porque a posição em que nos sentamos à volta da mesa é-me claramente desfavorável.
Tb estava á espera duma review mais agressiva e que reportasse melhor o ambiente de "cortar á faca" que se vivia naquela mesa...LOL...
Com efeito apenas corrijo uma coisa e acrescento uma outra relativamente á review:
1) o Mexia, portanto eu, comprei a 2ªa maior acção de Inglaterra (20.000.000), diversificando na ALTURA CERTA os meus investimentos;
2) um Grande Jogador, para além de jogar o seu jogo adaptando-se ao jogo dos seus adversários, sabe tb gerir emocionalmente os seus adversários e aguardar pelo esperado que para outros é inesperado...
Posto isto e do alto da minha Cadeira Imperial, vos digo:
Mas que FDP de Jogo... gosto mto...
Nota: esta ja ninguem ma tira... eheheh
O Investor pode criar algumas injustiças, mas também obriga a competência. Quando um gajo joga com o Investor tem de ser competente a gerir os adversários, sobretudo o que joga depois. Controlar o jogo significa comprar Itália e não afundar, estupidamente, dinheiro numa Alemanha mimada! Significa não ter escrúpulos, para o melhor da sua carteira e não para outra coisa qualquer.
Eu bem sei que vocês queriam uma sessão mais aguda mas eu achei por bem relatar só o que aconteceu de nível.
"Afinal eu consegui afundar, por opção, duas nações, e com isso todos os que nelas tinham investido (sorte do Mexia que apostou apenas na Itália) ;)"
Pois foi. Quando faltam mãozinhas para fazer melhor, é assim.
"1) o Mexia, portanto eu, comprei a 2ªa maior acção de Inglaterra (20.000.000), diversificando na ALTURA CERTA os meus investimentos;"
Pois, eu sei disso. A questão é que, se o Carlos tivesse jogado o jogo como o jogo merecia ser jogado, não sei se não irias tarde demais. Ou cavalo errado. Meu amigo, esta ninguém ta tira, é verdade. E foi inteiramente merecida, até porque não há vencedores de Imperial que não mereçam. Eu só teria alterado o timing mas, eu não ganhei.
Hugo,
O jogo termina imediatamente após alguma nação atingir os 25 VP's portanto, não acho que isso dê alguma vantagem a quem tem o Investor porque, em princípio, isso não é controlável. Ou seja, o gajo que tem o Investor não compra quando o jogo termina e o que comprou antes tem de "adivinhar" que o jogo vai terminar. Não é fácil resolver um jogo assim, apesar de poder dar alguma vantagem.
Quanto à variante das percentagens de voto acho que, de facto, nunca mais iria acabar.
Aquela que o Mac nos disse para experimentarmos foi a do Swiss Bank. Ainda não calhou mas ele disse que era a que ele mais gostava, dentro das variantes.
PARA QUE SE SAIBA (deve ter sido omitido por engano ou esquecimento):
- QUEM ACABOU O JOGO FOI A GRÃ-BRETANHA - controlada pelo quinto elemento (aka mestre #nbs# ou Mila Jojovich - em trbalho) !
- Isso nunca tinha acontecido !
- Até àquele dia nunca a Grã-Bretanha tinha desempenhado qualquer papel no jogo !
- Nunca tinha jogado "bem" o jogo desta vez joguei um bocadinho bem e controlei a Áustria, a Rússia e a Grã-Bretanha em simultâneo (mesmo que por pouco tempo foi o suficiente para pôr descalço a chorar e a sangrar o Willis - aka soledade- que peninha!)
- As distâncias apesar de em "milhões" foram de tostões no final do jogo...
-Num jogo a 5 onde um jogador não joga, outro faz anti-jogo, outro chora compulsivamente, outro joga "solitário" com a Itália, parece-me que o jogo devia ter sido da Mila, mas tadinha dela é boa e não se pode ter tudo !
Em casa onde não há pão...
ehheeh Grande Luis parabéns pela vitória :D
@nbs a GB chegou aos 25? Bem jogado... muito bem jogado.
Nao querendo relevar a minha vitória para um 2º plano e agora num registo mais sério, a verdade é que fiquei tal como o Soledade disse na review com o desempenho que um jogador "passivo" pode ter neste jogo.
Divertimento á parte, e pq ganhar tb é divertido, a estratégia de by-stander do Costa ainda que tenha sido sem esse objectivo poderia ter resultado e culminado numa vitória bastando para isso que ele tivesse controlado e pegado no jogo na altura certa.
Curioso como a vertente "parasita" de um jogo que pode ser tão financeiro como de "porrada" pode assumir uma posição tao importante e determinante no jogo.
Por outro lado o Costa tb conseguiu esse protagonismo pq ninguem o levou a sério e todos sabiamos que ele nao iria controlar nada pq nao estava para ai virado.
Agora para a próxima uma eventual posição de "parasita" será certa e rapidamente combatida pelos adversários.
Eu pelo menos assim farei em função da lição aprendida.
Parasita eu?
Foi a primeira vez no vosso grupo que a GB "ganhou"?
Já joguei um jogo, fora da malta de Oeiras, no qual a GB também atingiu os 25 pontos e os comentários desses ilustres jogadores de Imperial vulgo Bruno e Vital foi que o jogo tinha sido mal jogado pelos restantes jogadores.
Qual a opinião por aí? Terá de facto a GB menores hipóteses fruto das limitações geográficas?
Cumps
Ilustre eu? Naaaah Elitista sim, ilustre JAMAIS!
Para ser sincero acho até que a Grã-Bretanha tem mais hipóteses de chegar aos 25 que as outras, talvez com a excepção da Rússia.
Porque a GB é aquela que, dá ideia, tem as fabriquetas mais bem protegidas. Na verdade, as outras nações, têm acessos mais simples para serem atacadas enquanto a GB, se parires barcos como se não houvesse amanhã, dificilmente alguém - pelo menos uma única Nação, ou seja, estou a falar de um contra um e não de dois ou três contra um - conseguirá abater uma fábrica da GB. Podes consolar-te a fazer Taxations, mesmo que estes não sejam muito grandes e, portanto, muito favoráveis a conseguires dinheiro para ti mas, lá chegares aos 25, não me parece nada complicado.
Durante este jogo, todas as nações, exceptuando a Rússia e a GB estiveram com fábricas por produzir.
PS
Espero juntar-me em breve ao clube de jogadores de Imperial. O nosso grupo de Aveiro já tem um exemplar (comprado no LeiriaCon):). Ao ler esta sessão e discussão que se seguiu dá para ver que o jogo promete. Tenho imensa vontade de experimentar.
Gonçalo
P.S.: Conto com vocês , "mestres do Imperial", para ajudarem cá a malta novata do jogoeu no esclarecimento de alguma dúvida que surja, dar alguma dica, etc. Obrigado. hehehe
Gonçalo,
Joguem que não se vão arrepender. E, claro, alguma coisa que precisem, é só dizerem.
PS
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