30/04/2008

25 de Abril - Uma lição de capitalismo !


Imperial sobre a mesa e uma nova variante para se experimentar, esta sugerida pelo próprio Mac – Swiss Bank. Quem não controla nenhum país, mas que possui acções de um país que esteja a passar pelo Investor, pode forçar esse país a parar lá.
Neste jogo acabou por não ser muito determinante, pois acho que apenas uma vez, um país foi realmente forçado a parar lá. A variante acaba por não ser tão “poderosa” como a que jogávamos anteriormente, em que ao passar pelo Investor, se o jogador que não controla nenhum país, não investisse, receberia 1 milhão do Banco.



Passando ao jogo propriamente dito, éramos 4. Eu, o Soledade, o Nuno e o Mexia.
Após o bid inicial para a distribuição das nações, eu parti com o controlo da Itália, Grã-bretanha e Alemanha, todas com a acção 3 de cada 1 dos países. O Nuno iniciou a controlar a Rússia, o Soledade a Áustria e o Mexia com a França.

Após a construção das primeiras fábricas e do reforço dos exércitos a passagem pelo Investor não produziu grandes alterações, visto que os países que foram perdidos logo a seguir eram reconquistados, a não ser o caso do Soledade, que perdeu a Áustria para o Nuno. Assim a primeira Taxation veio dar-me alguma vantagem, visto que possuía 3 países. Apesar disso todas as minhas Taxations foram de 3, enquanto as dos outros foram todas de 5. O Nuno que teria conseguido 2, acabou por ter uma entrada igual à minha, pois estando em risco de perder a Áustria novamente, pagou do bolso para ir mais rapidamente à Taxation. Com esta entrada fulgurante, acabei por ter uma vantagem inicial, e a minha estratégia de não ter sequer uma acção de 2 países, no caso da Áustria e da França ia dando os seus frutos, visto que estava a utilizar a Grã-bretanha para asfixiar a França, e a Itália para importunar a Áustria, enquanto reforçava a posição na Alemanha e ia adquirindo ao mesmo tempo acções da Rússia, chegando ao ponto de controlar estas 4 nações.



Entretanto o Soledade acabou por conseguir adquirir o controlo da Grã-Bretanha, coisa que não era difícil para ele, nem para os outros, visto que nunca mais lá investi… o país servia apenas para ridicularizar os franceses, tarefa que foi executando com relativo sucesso.

Com os ataques à Áustria e à França e eu dominando a Alemanha e tendo um grande investimento na Rússia, esta pode ir desenvolvendo-se a seu belo prazer, Ora orientada por mim, ora pelo Nuno, sendo que ele também tinha investido na Alemanha, e existindo um pacto de não agressão entre os 2 países, foi vê-los a crescer demais para a concorrência.

O Soledade foi investindo um pouco em todos os países, numa táctica de minimização de danos. O Mexia numa táctica de contenção, foi acumulando dinheiro e acabou também por comprar uma acção da Alemanha, que lhe permitiu por breves momentos controlar o país, mas os seus esforços (e dinheiro) estavam concentrados na França. Eu fui acabando por perder o controlo dos países, chegando a não controlar nenhum, mas perto do fim, um investimento na Rússia permitiu-me fazer 2 Taxations de 7 que levaram o país até ao 25, finalizando assim o jogo.

A pontuação final foi de Rússia x5; Alemanha x3 e os restantes países x2.

Eu atingi os 169 pontos, o Nuno ficou-se pela casa dos 120 deixando o Soledade com menos uns 5 pontos e o Mexia ficou bem mais atrás. Um jogo bem rápido, demorou 2 horas ou menos, mas muito divertido, pelo menos visto deste lado :D

Da próxima vez vamos experimentar o jogo 3, mas sem usar a Investor Card. Uma nova experiência, sem dúvida.

5 comentário(s):

BrainStorm disse...

Não é para me gabar... mas foi lindo !!!

Para a próxima vou ser o alvo :(

Unknown disse...

O primeiro milho é pós pardais !

Mais um ou dois jogos e menos uma ou duas cervejas e já sei jogar este jogo... depois serei imparável... ahahahaha !

Continuo a achar que o jogo resulta melhor com jogadores experimentados... e com decisões lógicas de jogo !

Gostei do equilíbrio da versão suíça.

soledade disse...

Esta versão Suiça não é assim tão determinante. Tem algum, relativo, interesse.

Quanto ao jogo, o erro inicial de todos nós, levou a que o Carlos, que acabou por não ser alvo de ninguém, no início, tivesse grande vantagem.

Depois as panelinhas de não agressão e outras sevícias - que eu depois já não vi mas que sei se seguiram - ditaram o desfecho mais que provável. O Carlos ganhou, num jogo limpo e justo, em que ninguém jogou porco e onde não foi preciso o "king maker" de outros carnavais!!! :P

BrainStorm disse...

Esta variante é realmente uma variante equilibrada, e isso é que lhe dá a beleza... não é a xulice da outra variante em que eu fico ali sentadinho a... bem, vocês sabem a fazer o quê... e o guito a entrar, tipo "pimp".
Essa sim, é desiquilibrada e retira a beleza ao jogo. Quem não tem mãozinhas para controlar países não joga... ditto

Bruno Valério disse...

Variante curiosa mas pelo que li nesta sessão não parece influenciar assim tanto o jogo. Provavelmente porque também apenas activaram essa possibilidade uma vez.

Quanto à variante sem investor card sinceramente não recomendo. Aqui os meus companheiros de jogatana gostaram mas quanto a mim não trás nenhuma mais valia. Apenas acelera o jogo e na minha opinião retira do jogo uma das estratégias principais que é gerir o Investor Card, onde anda, quando passa de jogador, etc.

Experimentem e depois digam qualquer coisa, eu pessoalmente não gostei nada.

Based on original Visionary template by Justin Tadlock
Visionary Reloaded theme by Blogger Templates

Visionary WordPress Theme by Justin Tadlock Powered by Blogger, state-of-the-art semantic personal publishing platform