16/08/2007

Jogo do Ano 2006 - Entrega do prémio

E para finalizar as hostilidades da atribuição do prémio do Jogo do Ano de 2006 aqui fica para a posteridade a entrega do prémio.

Primeiro o prémio:



Agora... o premiado segurando orgulhosamente o seu troféu:



Depois de entregue umas palavras:

Mac Gerdts: "I am very pleased and impressed! The miniature has a special place in my living room on top of the piano so that everyone can see it!"



Para finalizar... nada melhor que mostrar logo ao filho quem é que manda ;)



Para o ano há mais... esperemos.

18 comentário(s):

Unknown disse...

Digamos que no vosso top existem uns quantos jogos a mais por cima do Imperial. E mais não digo. :p

BrainStorm disse...

Pois existem. Para ser mais preciso existem 5 acima do Imperial.

Quantos são de 2006?

Apenas 1, o Perikles. E agora?!?!

Então, têm 2 jogos de 2006 no Top e é o que está em 2º é que ganha, não é o que está em primeiro?

Sim, pois a forma como foram feitos os cálculos é diferente. Aliás se queres que te diga, e se bem me recordo, o Perikles nem ficou em 2º. O 2º lugar foi para o Shogun que está em 9º.

Este pessoal de Leiria é mesmo estranho...

Nós cá nos entendemos, não vale a pena entrares em parafuso :P

Unknown disse...

Limito-me a constatar a amabilidade e simpatia do SR (com letra maiúscula) ... um MISTER... em cima do piano... para quando um rondel musical?

A propósito, o jogo está a crescer... sou gajo para voltar a jogar depressa... e existem muito poucos jogos que me despertam esse sentimento...

Parabéns ao vencedor...

E que para o ano tenhamos mais uma salutar disputa entre o Brass e o Civitas Hamburgum para jogo do ano...

Costa disse...

Parabéns Mr. Gerdts!

Hugo Carvalho disse...

O prémio está um espanto. Eu também o colocaria por cima do piano.
Agora essa do Imperial, no vosso top dos melhores jogos de sempre, estar abaixo do Perikles e receber o prémio precisa de ser explicada.
Será que que existe também um sistema no SpielPortugal?
Hum....Hum...Hum...

soledade disse...

O prémio está uma maravilha, é verdade. Se eu tivesse piano...

Falta só dizer que foi feito na cidade da Marinha Grande (aka zona industrial de Leiria :)) é de vidro, é uma peça única, pesa cerca de ...

Parabéns Mac e volta sempre.

Em relação ao top, acreditem que há lógica neste facto, mas tem de ser o Brainstorm a explicar porque ele é o gajo das matemáticas. Eu só gosto de jogos.

BrainStorm disse...

O sistema de calculo do Top é diferente do do jogo do ano. Muito simples.

Enquanto no jogo do ano, todos "estavam" na mesma posição e os jogos eram avaliados por diferentes aspectos, no Top outros factores são relevantes.

Logo à partida, a posição no Top, o que influencia e muito todo o Top. Não é igual tu teres um jogo no 10º lugar a outro em 1º. Isso na eleição do jogo do ano não se verificava.

Agora imagina: O Imperial só está em 2 Tops individuais, no meu e no do Paulo (a presença ou não nos Tops também tem influencia), enquanto o Perikles está em 3. Não está no do Costa apenas. Depois o Perikles tem 1 3º lugar do Nuno que não contribui em nada para o Imperial, só isto faz toda a diferença. Acho que não é difícil de entender.

Uma coisa é comparar 2 jogos num universo de 3 jogos. Outra é comparar 2 jogos em mais de 100. Faz toda a diferença.

É estranho? É, não digo que não.
Incomoda-me? NADA.

É extremamente fácil de explicar, como acabei de o provar ;)

Hugo Carvalho disse...

Digam-me só uma coisa, joga-se bem Perikles a 4, ou a 5 é a melhor configuração?

Unknown disse...

Joga-se Sempre !

BrainStorm disse...

@Hugo: segundo me recordo, nunca jogámos a 5. A 4 é muito bom - se ignorares o facto do random dos dados . Eu diria que a 5 é gajo para ser mais confuso, o que não quer dizer que seja pior. Muito morte... muita eleição... ui, parece que o estou a ver. E os persas sempre metidos ao barulho :P

soledade disse...

A 4 é muito bom.

Há duas fases em Perikles, mais ou menos, óbvias. A da escolha dos tiles, que é absolutamente brilhante e que faz do jogo uma obra prima de 50%, e há depois a fase dos dados, do combate, que é pouco mais que boa ou pouco menos que razoável até. Isto resulta num jogo que poderia ser nota 10 mas que se fica por um 8.

Mas a 4 é muito bom. :)

Bruno Valério disse...

Qualquer jogo que meta o Perikles para baixo parece-me muito bom :D

Ainda para mais se for o grande Imperial.

Go Mister Gerdts...

E venham mais rondels...

BrainStorm disse...

Não percebo essa insistência em dizer mal do Perikles. Não é certamente um jogo brilhante... Mas é um jogo muito "entretido" e diga-se bem divertido. Com um turno divido numa primeira fase excelente. Depois há as batalhas. Mas... não me digas que não gostas da primeira fase. Eu acho-a bastante emotiva.

Duarte disse...

Estes rotos aqui de baixo - do vulgo Grupo de Boardgamers de Oeiras - Oblivion e Newrev insistem em não jogar o Perikles porque acham que tem sorte a mais nos dados (um jogou uma vez e o outro ainda nem jogou). Enfim uma triteza de gajos ... que me levam a ter o Perikles a ganhar pó.

A primeira fase é muito interessante, bem como o enredo que cria nos turnos subsequentes em virtude dos líderes/estátuas.

Ahh e já agora parabéns pela iniciativa de entregar um trófeu bem luso, ao Marc!

Cumps

BrainStorm disse...

Tenho que passar por aí um dia destes. Para fazermos um jogo à séria ;)

Oeiras essa bela localidade.

Não que tenha boas referências... visto que para mim Oeiras é local de trabalho, mas posso sempre tentar apagar esse estigma.

Unknown disse...

@Brainstorm
é bom que apagues mesmo, porque é das únicas cidades da área metropolitana de lisboa onde se vive e trabalha sem ter de ir á capital. Eu pelo menos já faço isso 10 anos.

Estamos a prever uma joga de indonésia para a semana. Porque não apareces?

BrainStorm disse...

Prá semana é complicado... vou de férias na quarta (finalmente).

se for na segunda ou terça... count me in.

Hugo Carvalho disse...

Eu também tenho o jogo e joguei só uma vez.
Devo dizer que a primeira parte do jogo é muito boa. Aquela "area control" é uma coisa brilhante e que dá um gozo do caraças jogar.
Depois, é verdade que a segunda fase, basicamente é um festim de lançamento de dados, mas no meio disso tudo é interessante ver que o jogo vai ficando mais dramático e que os interesses dos jogadores vão ficando mais intrincados.
Mas, claro, os dados estão lá e não enganam ninguém. São eles que podem decidir quem ganha e quem perde. Mas, parece-me que há sempre hipóteses de minimizar os estragos, fazendo uma boa gestão politica no area control.
Tenho de jogar uma 2ª vez.

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