04/01/2010

Semáforo


No primeiro Fim-de-Semana do ano deu para quatro jogos. Duas estreias e duas repetições:

VERDE - Brass e Peloponnes
AMARELO - I'm the Boss
VERMELHO - Tamnany Hall.

As repetições foram melhores que as estreias. Brass continua a marcar pontos. É UM JOGO, ponto final. E Peloponnes continua a agradar-me pela sua simplicidade e rapidez de jogo. Tammany Hall foi uma grande desilusão. Um "area control" descontrolado e demasiado seco. Já o clássico de Sid Sackson revelou-se uma agradável experiência, apesar de todo o caos que traz consigo.
Bom Ano a todos!

6 comentário(s):

haroldun disse...

Concordo, exceptuando (o acordo orto já está em vigor, não? Deveria então escrever excetuando? ou exetuando? yhack)... continuando... o tal de Peloponnes. É que se a casa do Soledade não tivesse um bom aquecimento... Ainda por cima o jogo tem uma caixa grandota. Dava para 1/2 hora de emissões de CO2 ;) Sorry, Costa 8)

Unknown disse...

Eu gostei do Tammany Hall ... esperava mais... mas eu amarelava-o só para avisar...

Quanto ao "Peloponés" : Que pânico ! O horror ! Como diz o Inácio: um jogo que joga por ti e te torna mero escravo no ajuste de marcadores... naaaaaaa...
VERMELHÃO !

BRASS é BRASS !

soledade disse...

O Tammany Hall é um jogo muito fraquinho, com king making escrito por todo o lado e que foi, a experiência, uma merdunça pegada. Péssimo!

Brass é verde. Concordo. Jogar a 4 não é friendly mas é sempre bonitinho.

O I'm the Boss é giro. Temos de ser nós a fazer pelo jogo e a esforçarmo-nos mas ele até foi divertidinho. Já foi!

O Peloponnes tem características que nem todos gostam. Não é um jogo que seja normal. Agora, é um jogo preliminar. Como se a seguir àquilo é que começassemos a pensar em ir jogá-lo porque acabámos por não tomar decisões de facto.

O regresso do semáforo é de saudar. Minimalista, mas de saudar.

haroldun disse...

Desculpem-me, mas o Peloponnes é uma joça. Quanto a ser um preliminar (desculpa Soledade) ... só se for Pêloplonariz (ou pentêl**plonariz).

Quanto ao King Making... um dia temos que falar mesmo sobre isto. É que, tenho pensado nisso e, parece-me uma faca de 3 gumes ... quadridimensional.

soledade disse...

King Making cuspido e escarrado! :)

Se eu tivesse ido buscar-te um bairro a ti ao invés de ser ao Sentieiro tinha vencido ele. Vocês dois eram os únicos que podiam ganhar, o ideal (pena não o termos feito) era tu e ele continuarem sozinhos. Tudo o que eu e o Costa fizémos, poderíamos fazer era king making. A não ser que nos batêssemos um ao outro para chegar em terceiro!

Ficou claro que, quanto mais à frente, mais forte permanecem os jogadores. Essa constante é imbatível e, assim, mais vale estar quieto. Para mim, isso não é um jogo. Se vocês dois tiveram a possibilidade de ganhar o jogo, os outros dois só podiam mesmo era decidi-lo.
Isso foi bastante óbvio deste lado.

haroldun disse...

@ Soledade. Eh! Eh! Calma, pá. Neste Tammany o KM é mais que óbvio. Aliás, até fui eu que de algum modo, sem o saber, o iniciei ao dar ao Nuno aquela cena dos discos. O jogo é muito fraquito.

Queria referir-me a outros jogos em que se fala de KM. Como disse: um dia falaremos disso.

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